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Crônica de uma lembrança... que saudade ainda hoje como se no passado estivesse, sinto que acontece alguma coisa no meu coração. Quando ando pelas ruas da cidade e encontro meus colegas, alguns que transformei em amigos, que, no tempo de meninos estudamos nas escolas de Barra Longa. educandários estes por onde passaram inúmeros alunos, há muito tempo já formados, muitos verdadeiros cidadãos. encontro hoje as senhoras que naquele tempo eram alunas, das saudosas escolas: estadual claudionor lopes e cneg dr. antônio lana, que eram grandes centros de ensinos. as crianças aprendiam de tudo, inclusive o grande respeito aos professores. não tem com esquecerem-se ensinamentos de musicas com os mestres da banda joão josé de barra longa, “quim taciano” que citarei para representar todos para não errar omitindo o nome de algum destes grandes mestres. muitos que fazem parte deste grande trabalho. do teatro amador, das praticas de bordados. tenho ainda uma vaga lembrança de tantos professores e professoras, muitos deles já partiram antes do combinado. como se esquecer do da. zilda lana que abraçou a direção do ginásio à época indo depois até o segundo grau. com sua simplicidade, distribuía por onde passava distribuía facilmente a amostragem da mulher que com coragem ajudou muito a educação em nossa cidade. da cultura de da. edith, joão lúcio barreto, joão zito, padre jose epifânio gonçalves, padre hildebrando de freitas, dona mara alice, águeda de freitas, amélia pimenta, teresa trindade freitas, dona. célia, margarida trindade siqueira, terezinha de joão zito, não tenho como lembrar tantos professores que foram base dos ensinamentos para muitos que frequentaram essas escolas, meus reconhecimentos a todos eles, foram à base da minha e de muitas formações educacionais. interessante, naquele tempo o termo ecologia não era conhecido, mas éramos proibidos de jogar papéis no chão. meninos e meninas participavam das quermesses, de peças teatrais. eram tantas as peças que seríamos imprudentes citar uma, pois todas estavam a mostrar o que se passava de melhor com a educação. não me esqueci de uma peça em que demonstrava a saga do rey, na catequese de brancos e dos índios. alunos, caracterizado como indígena nessa peça teatral, senti de fato os aplausos e incentivos de uma exigente plateia. nos colégios iam descobrindo os talentos, à medida que os anos se sucediam. uma das professoras transformou-se numa intérprete inteligente e desenvolta, muitos nela também se espelharam, transformando-se de alunos em verdadeiros intérpretes. lembro-me da sagração da catedral! a luz elétrica dos homens, ante a explosão das nossas alegrias, confundia-se com a luz espiritual que, de todos os cantos de nossa matriz se expandia. quanta saudade! quantos sete de setembro. era vibrante, desfilávamos “enfatiotados” competindo entre colégios, desejando vencer, estufávamos o peito, orgulhosos, como se estivéssemos numa guerra, empunhando os fuzis e a bandeira do brasil, desejando fazer o melhor. a pátria merecia! bumbos, surdos, e soavam alto, os clarins faziam soar seus ecos nas ruas da mais linda cidade, era a responsabilidade, brio e o civismo. os alunos sabiam de cor e salteado, os hinos oficiais brasileiros. até hoje ainda recordo de trechos dos hinos cantados por todos os alunos. como se esquecer deste tempo, dos professores, colegas e amigos. este foi um tempo especial de minha existência. mas este tempo acabou com a revolução de 1.964 e suas consequências nos anos seguintes. foi capaz de separar este grupo, mas não foi capaz de destruir nosso ideal. relembrar este tempo é trazer para crônica de uma lembrança... que saudade ainda hoje como se no passado estivesse, sinto que acontece alguma coisa no meu coração. quando ando pelas ruas da cidade e encontro meus colegas, alguns que transformei em amigos, que, no tempo de meninos estudamos nas escolas de barra longa. educandários estes por onde passaram inúmeros alunos, há muito tempo já formados, muitos verdadeiros cidadãos. encontro hoje as senhoras que naquele tempo eram alunas, das saudosas escolas: estadual claudionor lopes e cneg dr. antônio lana, que eram grandes centros de ensinos. as crianças aprendiam de tudo, inclusive o grande respeito aos professores. não tem com esquecerem-se ensinamentos de musicas com os mestres da banda joão josé de barra longa, “quim taciano” que citarei para representar todos para não errar omitindo o nome de algum destes grandes mestres. muitos que fazem parte deste grande trabalho. do teatro amador, das praticas de bordados. tenho ainda uma vaga lembrança de tantos professores e professoras, muitos deles já partiram antes do combinado. como se esquecer do da. zilda lana que abraçou a direção do ginásio à época indo depois até o segundo grau. com sua simplicidade, distribuía por onde passava distribuía facilmente a amostragem da mulher que com coragem ajudou muito a educação em nossa cidade. da cultura de da. edith, joão lúcio barreto, joão zito, padre jose epifânio gonçalves, padre hildebrando de freitas, dona mara alice, águeda de freitas, amélia pimenta, teresa trindade freitas, dona. célia, margarida trindade siqueira, terezinha de joão zito, não tenho como lembrar tantos professores que foram base dos ensinamentos para muitos que frequentaram essas escolas, meus reconhecimentos a todos eles, foram à base da minha e de muitas formações educacionais. interessante, naquele tempo o termo ecologia não era conhecido, mas éramos proibidos de jogar papéis no chão. meninos e meninas participavam das quermesses, de peças teatrais. eram tantas as peças que seríamos imprudentes citar uma, pois todas estavam a mostrar o que se passava de melhor com a educação. não me esqueci de uma peça em que demonstrava a saga do rey, na catequese de brancos e dos índios. alunos, caracterizado como indígena nessa peça teatral, senti de fato os aplausos e incentivos de uma exigente plateia. nos colégios iam descobrindo os talentos, à medida que os anos se sucediam. uma das professoras transformou-se numa intérprete inteligente e desenvolta, muitos nela também se espelharam, transformando-se de alunos em verdadeiros intérpretes. lembro-me da sagração da catedral! a luz elétrica dos homens, ante a explosão das nossas alegrias, confundia-se com a luz espiritual que, de todos os cantos de nossa matriz se expandia. quanta saudade! quantos sete de setembro. era vibrante, desfilávamos “enfatiotados” competindo entre colégios, desejando vencer, estufávamos o peito, orgulhosos, como se estivéssemos numa guerra, empunhando os fuzis e a bandeira do brasil, desejando fazer o melhor. a pátria merecia! bumbos, surdos, e soavam alto, os clarins faziam soar seus ecos nas ruas da mais linda cidade, era a responsabilidade, brio e o civismo. os alunos sabiam de cor e salteado, os hinos oficiais brasileiros. até hoje ainda recordo de trechos dos hinos cantados por todos os alunos. como se esquecer deste tempo, dos professores, colegas e amigos. este foi um tempo especial de minha existência. mas este tempo acabou com a revolução de 1.964 e suas consequências nos anos seguintes. foi capaz de separar este grupo, mas não foi capaz de destruir nosso ideal. relembrar este tempo é trazer para crônica de uma lembrança... que saudade ainda hoje como se no passado estivesse, sinto que acontece alguma coisa no meu coração. quando ando pelas ruas da cidade e encontro meus colegas, alguns que transformei em amigos, que, no tempo de meninos estudamos nas escolas de barra longa. educandários estes por onde passaram inúmeros alunos, há muito tempo já formados, muitos verdadeiros cidadãos. encontro hoje as senhoras que naquele tempo eram alunas, das saudosas escolas: estadual claudionor lopes e cneg dr. antônio lana, que eram grandes centros de ensinos. as crianças aprendiam de tudo, inclusive o grande respeito aos professores. não tem com esquecerem-se ensinamentos de musicas com os mestres da banda joão josé de barra longa, “quim taciano” que citarei para representar todos para não errar omitindo o nome de algum destes grandes mestres. muitos que fazem parte deste grande trabalho. do teatro amador, das praticas de bordados. tenho ainda uma vaga lembrança de tantos professores e professoras, muitos deles já partiram antes do combinado. como se esquecer do da. zilda lana que abraçou a direção do ginásio à época indo depois até o segundo grau. com sua simplicidade, distribuía por onde passava distribuía facilmente a amostragem da mulher que com coragem ajudou muito a educação em nossa cidade. da cultura de da. edith, joão lúcio barreto, joão zito, padre jose epifânio gonçalves, padre hildebrando de freitas, dona mara alice, águeda de freitas, amélia pimenta, teresa trindade freitas, dona. célia, margarida trindade siqueira, terezinha de joão zito, não tenho como lembrar tantos professores que foram base dos ensinamentos para muitos que frequentaram essas escolas, meus reconhecimentos a todos eles, foram à base da minha e de muitas formações educacionais. interessante, naquele tempo o termo ecologia não era conhecido, mas éramos proibidos de jogar papéis no chão. meninos e meninas participavam das quermesses, de peças teatrais. eram tantas as peças que seríamos imprudentes citar uma, pois todas estavam a mostrar o que se passava de melhor com a educação. não me esqueci de uma peça em que demonstrava a saga do rey, na catequese de brancos e dos índios. alunos, caracterizado como indígena nessa peça teatral, senti de fato os aplausos e incentivos de uma exigente plateia. nos colégios iam descobrindo os talentos, à medida que os anos se sucediam. uma das professoras transformou-se numa intérprete inteligente e desenvolta, muitos nela também se espelharam, transformando-se de alunos em verdadeiros intérpretes. lembro-me da sagração da catedral! a luz elétrica dos homens, ante a explosão das nossas alegrias, confundia-se com a luz espiritual que, de todos os cantos de nossa matriz se expandia. quanta saudade! quantos sete de setembro. era vibrante, desfilávamos “enfatiotados” competindo entre colégios, desejando vencer, estufávamos o peito, orgulhosos, como se estivéssemos numa guerra, empunhando os fuzis e a bandeira do brasil, desejando fazer o melhor. a pátria merecia! bumbos, surdos, e soavam alto, os clarins faziam soar seus ecos nas ruas da mais linda cidade, era a responsabilidade, brio e o civismo. os alunos sabiam de cor e salteado, os hinos oficiais brasileiros. até hoje ainda recordo de trechos dos hinos cantados por todos os alunos. como se esquecer deste tempo, dos professores, colegas e amigos. este foi um tempo especial de minha existência. mas este tempo acabou com a revolução de 1.964 e suas consequências nos anos seguintes. foi capaz de separar este grupo, mas não foi capaz de destruir nosso ideal. relembrar este tempo é trazer para a memória, as grandes marcas da comunidade barralonguense. antônio freitas neto.
Por: Antonio Freitas Neto

BARRA LONGA, RIO DOCE E O CAMINHO DE SÂO JOSÈ ATÉ SANTANA Era madrugada, os pássaros começavam a contarolar como que sinuando hinos diversos. Ouvia ao longe o o ringir do carro de bois, uma voz nascia como que ordenando a direção. Neste instante voltei no tempo, procurava um caminho definido para parar, mas era impossível queria mesmo reencontrar com o passado já distante. Primeira que nasceu foi uma capela às margens do Rio Gualacho do Norte que desaguava nas águas do Rio Carmo. Em sonho conseguia voltar àquele tempo. Estava numa mais confusa afirmativa. Era a terra do ouro? A terra de São José?Um lugar de orações? O tempo também mudava rapidamente, vive nestes momentos os idos de 1698 a 1.702, quando um bandeirante esteve na barra do Rio Carmo com Gualacho. Era o desbravamento da região, data/ano que levantou a 1ª capela de São José da Barra. Trornou-se Freguesia apenas em 1741. Era mesmo um misto de desconhecimento, de vontade de saber, tentava reviver aquele instante, um tempo que o passado levou para sempre. Parei em pensamento, passei a escutar ao longe o badalar de um sino, os sons corriam como que acompanhando as águas dos Rios. Vozes fortes de mulheres e homens cantavam a Ave Maria. Mesmo com um pouco de dificuldade “Ave Mãe, dai-nos forças para o novo dia”, tudo foi parando, silenciava o momento de oração, era dada para o inicio de uma nova jornada. As dores eram profundas, vivíamos ainda o período colonial, a escravidão um período de dor e covardia.Poucos podiam avaliar o quanto significou a raça que com força e bravura e arte construiam as mais diferentes obras do barroco, que pode ser visto do pouco que ainda resta. Nos trilhos de terra seca ja notava o perambular dos garimpeiros, e de tantos outros que cultivavam os alimentos. Ainda entre a verdade de meu tempo e o passado, com vontade de buscar um pouco mais, fechei os olhos, adormeci, mas acordei como que ouvindo gritos de ordens. Era o quartel dos generais, da Coroa Portuguesa. Consegui chegar ao tempo em que foi construída uma nova matriz meia légua abaixo, em novembro de 1748, por iniciativa da Irmandade do Santíssimo Sacramento, mas sabe-se que a obra teve inicio nos anos de 1.774. Não esqueci lembrei também que havia havia o solar intitulado Casa da Barra, do mestre-de-campo Matias Barbosa da Silva, potentado mineiro. A matriz data do final do século XVIII e tem armas de Portugal. Localizada na confluência do ribeirão do Carmo com o rio Gualacho do Norte.
Por: Antonio Freitas Neto

Tenho parentes em Barra Longa minha tia Nita meu tio Lulu meus primos toda as minhas vou para lá adoro essa cidade muita linda eu amo
Por: Dall

Fui criado nesta cidade e muito feliz na minha infância. Hoje moro em Jundiaí sou casado e tenho três filhos lindos.
Por: julio cezar mendes carneiro filho Lilita

Cidade do bem. Clima bom e acolhedora festas típicas, divertimentos paisagem bonita.
Por: Gilbertoarlindo

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